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20 de nov. de 2013

Império Romano: Ascensão e Queda



Império Romano:  Ascensão e Queda  - Parte 1 e 2

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Não deixe de ver todo esse doc. Com certeza ele vai mudar algumas ideias que você tem do Império que serviu de base para o modelo de vida ocidental.

13 de nov. de 2013

Um Trago do Tempo

Um Trago do Tempo
Pedro Penido


Esta é uma história tão louca quanto a História e qualquer outro traço de conhecimento organizado que possa ser chamado assim. Dado e escrito que o melhor jeito de se mudar o futuro é conhecer seu passado e agir no presente, nós, espécie humana T, somos artífices numa matéria muito estranha aos olhos de qualquer outra espécie no universo. Somos os artífices de um futuro sombrio, cujo brilho, único, vem do fogo e do ouro da pirâmide. Fogo na base, para afastar as bestas. Ouro no topo, para sagrar seu cume a própria deidade.

A Espécie Humana

Evolução. Esta é a única forma de se perceber. Não está escrito em páginas de um livro, mas está cravado nas rochas, nos fósseis, no comportamento das espécies, nas suas heranças genéticas e em seus traços atuais.

E mesmo sendo o que há de mais refinado em termos de Evolução (tanto própria quanto científica), nós, espécie humana, ainda somos confusos. Somos um milagre da natureza, somos capazes de alterar nosso ambiente, somos capazes de tanta coisa, e ainda somos confusos. Mal sabemos nós o que queremos, o que somos e o que merecemos. Quais nossos direitos naturais?

Mas sobre o ser humano há algo que deve ser dito. Seu maior dom e seu maior presente, são, exatamente, sua desgraça e condenação. Nossa imaginação nos fez crer em deuses, em fronteiras, em forças e poderes, em frações de verdade que nos moldaram e nos enfiaram num caminho quase que sem volta.

Nossa imaginação não criou mas formatou o Tempo. Marcamos nele nosso compromisso com o enriquecimento da vida, das possibilidades, das incríveis histórias... dos outros. De uma outra classe de seres humanos. Uma classe abençoada por deus. E esta é a ironia suprema de nosso Tempo.

Deus, sentado em seu trono de ouro, dá as regras, que alguns seletos podem ouvir e transmitir, e outros mais seletos ainda podem financiar. O resto do trabalho é largado para nós, a Espécie Humana T.

Mas, além de todos nós, da T, existe a Espécie Humana C, existe também a Espécie Humana E. Mas, na verdade, todos somos apenas Espécie Humana. Um tipo de manifestação virótica que infesta este planeta.

A Espécie T

Você talvez esteja se perguntando que diabos [sim... a palavra diabo (e muitas outras) é permitida aqui] é esta Espécie Humana T.

A resposta é muito interessante. Porque é quase que imediatamente compreensível quanto completamente assimilável.

Todos nós somos a Espécie T.

T de TRABALHO.

Uma das faculdades da mente humana é dar a este corpo maluco a disposição, as ferramentas (articulações, mão em forma de pinça, força) para trabalhar. Ao contrário de tantas outras espécies, somos desprovidos de veneno (exceto a religião), garras, presas, couraça, chifres, capacidades de velocidade, de vôo, de força bruta, de evolução (filhotes de tartaruga já nascem caminhando rumo ao mar revolto...).

Somos uma espécie fraca do ponto de vista de nossas defesas naturais. Por isso, como forma de contra-balancear isso tudo, a Natureza nos deu um cérebro imenso, que nos permitisse ver o mundo como a matéria-prima de nossa Caminhada (não falo em destino, mas em evoluir pra não se sabe onde).

Mas, voltando ao tema do trabalho, concordamos que é vital à esta Caminhada mencionada. Sim... precisamos de ferramentas, abrigos, proteção contra as bestas sanguinárias do mundo selvagem. Isso é fato.

No entanto, dar rumos ao trabalho é a maior jogada de todos os tempos. E isso começou com a dominação básica de um pelo outro. Para não apanhar do homem das cavernas mais forte, o mais fraco se submetia às suas regras e proteção. A troco de quê? Trabalho. Caçava, pescava, seguia sua liderança nos combates e na vida nômade da alvorada da humanidade.

A herança do trabalho, como força motriz do mundo e, em seguida, como moeda das civilizações, transformou o homem em uma outra força poderosa. E, como toda força, capturou a atenção do próprio olhar do homem. Foi mensurada. Foi compreendida. E, gran finale, controlada. Domesticada.

E desde então, separaram-se as Espécies. A nós, T, ficou a responsabilidade de trabalhar. De criar o sustento das demais. Não foi diferente nos povos escravizados por Roma. Não foi diferente no regime de servidão dos Reis. Não foi diferente nos escravos negros que fizeram funcionar moendas e engenhos, remos e minas no Novo Mundo. Não é diferente dos novos escravos, agora uniformizados, que caminham feito porcos (Chaplin!!) para as prisões do tempo e do trabalho.

Somos a Espécie T. Aquela do trabalho. Podemos nos orgulhar de termos mudado o mundo, alterado seu traçado. Removemos montanhas, perfuramos a terra, controlamos rios e barragens imensas. Mas, quem corta a faixa de inauguração não somos nós. Também não brindamos a nada.

Ainda somos as gerações de escravos que construíram mausoléus e pirâmides para os Faraós. Ainda somos legiões de escravos cuja vida e memória estarão perdidos na História. Reis e Faraós são lembrados. Não seus trabalhadores. Reis e Faraós, capitães da Espécie Humana C.


19 de ago. de 2011

Retrato Falado

2012? Sério?

Vejamos 2011: 
  • Atentados no Afeganistão. 
  • Tensão no Paquistão.
  • Atentado seguido de retaliação em Israel.
  • Ruas em chamas na Inglaterra.
  • Carros incendiados na Alemanha.
  • Guerra civil na Líbia. 
  • Massacres e repressão na Síria.
  • Tensão na Índia. 
  • Crise nuclear no Japão. 
  • Crise humanitária e FOME na Somália, Etiópia e Djibuti.
  • Desarranjos no Egito.
  • Crise financeira em Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha e Itália. 
  • Greves na América Latina.
  • "Default"/Moratória nos EUA.

16 de dez. de 2010

Sombras de Impérios

Sombras de Impérios


Impressiona o andar estranho que a cidade impõe. Torna-nos cúmplices de monstruosidades acobertadas pelas sombras dos arranha-céus. E, tragados pelo tempo mecanizado, resta-nos sentir e seguir, em um involuntário movimento de egoísmo acelerado pelo passo do progresso.

Afastamo-nos, aos poucos, de nossos sentimentos mais nobres, coincidentemente transformados em salvo-conduto para nosso sono ao cair da noite. Afastamo-nos, aos montes, de nossa humanidade, marcados e imperializados. Preocupados em servir ao sistema antes que ele se desfaça de nós e nos transforme no mesmo objeto de estranhas visões e mais estranhas ainda sensações.

Mundo afora abalam as estruturas, jogam os jovens na rua, com pedras e garrafas na mão, vítimas taxadas de culpadas pela própria muralha que segura-os em suas vontades, imperializa-os todos, arranca suas verdades e fazem naufragar a nau antes mesmo que contemple o horizonte.

23 de nov. de 2010

Mundo Afora

Quando você vê a imagem abaixo, qual a primeira coisa que vem à sua cabeça?

 

E agora?



27 de out. de 2010

Trem das Sete

"Trem das Sete"

Esse é o nome da operação deflagrada pela Polícia Federal em Itaúna, 80km de Belo Horizonte. A missão foi simples e efetuada com precisão cirúrgica.

Cerca de 50 agentes federais selaram o prédio da prefeitura de Itaúna durante parte do dia de ontem. Buscavam documentos, computadores e outros elementos que ajudem na investigação de fraude na licitação para a remoção da linha férrea da área central da cidade.

De acordo com o delegado da PF Benício Cabral, em entrevista cedida à jornalista Simone Silva, do jornal Estado de Minas, a medida vem em resposta à necessidade de obter documentos que não foram enviados pelas partes envolvidas: prefeitura de Itaúna e DNIT.

Os vídeos deixam claro que não há nada de "operação de rotina" no trabalho desenvolvido pela PF, como foi dito por pessoas da administração municipal. 



Quem perde com isso?

Depois de tantos anos e acidentes, a população aguarda aflita pela remoção dos trilhos do perímetro urbano. A medida facilita a vida de motoristas e pedestres itaunenses, além de garantir mais segurança para o transporte ferroviário.

Incomoda que Itaúna tenha se transformado em alvo frequente de investigações em âmbito estadual e federal, sem falar nas investigações que acontecem na esfera municipal, fomentadas pela iniciativa popular e levadas adiante pelo poder Legislativo.

Para o projeto já foram liberados mais de R$900 mil reais.
  1. Onde está o dinheiro? 
  2. Onde está o projeto? 
  3. Quem cuidava disso na Prefeitura?
  4. E no DNIT? E o edital de licitação?
  5. Onde foi publicado, quantas vezes e quando?

25 de out. de 2010

2010: Ano Pilatos

Lavam-se as mãos, ficam-se os dedos (e anéis).

Tempos atrás, em meu perfil no twitter, vivia condenando 2010 a ser o Ano Pilatos, ou seja, o ano do "lavo minhas mãos".

Itaúna/MG

Dizia isso motivado por acontecimentos políticos (e politiqueiros) na minha cidade natal: Itaúna, interior de Minas Gerais. Por lá paira no ar a sensação de impotência da população diante das safadezas de um Executivo falho e obscuro, investigado em várias esferas, mas, ainda, detentor de poder político para impor sua vontade, doa a quem doer. Incomoda também a lentidão do Judiciário e os espasmos e convulsões do Legislativo.

Mas a esfera de Itaúna, mesmo sendo grave, é micro ante outros pontos que precisam ser apontados: STJ empatando votações. Isso é o cúmulo, não? Mas no país da Independência comprada, decisões como essa são quase que pré-requisitos para a oficialização de cenários como esse nas atas do processo político brasileiro.

Distrito Federal

Parece que o oba-oba é generalizado. No Distrito Federal, por exemplo, além da vergonha que ofuscou a comemoração dos 50 anos de Brasília (José Roberto Arruda que o diga) temos agora Weslian Roriz, a mulher-laranja. E o melhor é que quando se vota nela, na urna eletrônica aparece a foto do marido, Joaquim Roriz (inelegível pelo Ficha Suja). Aberração atrás de aberração. E o TSE? Lavando as mãos.

Rio de Janeiro

Tempo estranho no Distrito Federal e mares revoltos no Rio, onde o candidato tucano José Serra criou uma tempestade em copo d'água ao ser atingido por uma coisa que só a Rede Globo conseguiu mostrar ter existido. Seu vice, Índio da Costa, disse que o objeto teria "uns dois quilos". 

Poxa! Se um objeto de dois quilos acerta uma cabeça velha, frágil e antediluviana como a do Serra, ele não estaria vivo contando histórias e papos. Além disso, muita água passou debaixo da ponte no Rio e muita coisa tem que ser investigada. Acusações sopraram para todos os lados.

E mais...

Por mais que se evite falar, muito ainda deve ser explicado pelo presidenciável José Serra em relação ao tal Paulo Preto, homem forte seu no Dersa e um dos "homens de confiança" na gestão das obras do Rodoanel (obras milionárias, aliás).

Da mesma maneira, Dilma Rousseff não convenceu com o "Erenice errou!", mas, pelo menos, neste caso, sabe-se onde começa o problema. Espera-se agora, com rigor, a solução.


Em Goiás correm de um lado para o outro censurados e opressores. Jornalista filiado ao PSDB pede demissão ao vivo, informando não concordar com censuras a que vinha sendo exposto seu trabalho.
Além disso, houve investigação da Polícia Federal em torno do tucano Marconi Perillo, candidato ao governo estadual.

Sabemos que as Eleições 2010 têm tirado o tempo, o sono e até o ânimo de muita gente. Mas, convenhamos, não pode o brasileiro lavar suas mãos para este monte de escândalos que estão sendo vomitados na mídia, de ambos os lados (Dilma e Serra).

Já que há tanta acusação de todos s os lados, terminadas as Eleições, o povo não pode se desmobilizar. Tem que levar à frente tudo que lhe foi jogado na cabeça pelos presidenciáveis e demais candidatos estaduais. E, com certeza, muita sujeira veio e virá à superfície.

22 de out. de 2010

Evidentemente

Evidentemente é uma palavra terapêutica.

Falá-la é uma aventura que desvenda mistérios estranhos em nossas sensações. Sempre que preciso me concentrar penso e repito evidentemente algumas vezes. Logo em seguida já consigo me sentir melhor.

Não é à toa que explorada aos montes pelas típicas figuras que mais precisam fazer terapia enquanto falam: políticos, comunicadores e gente que, de um modo ou de outro, "deve satisfação".

Evidentemente é uma palavra mágica. Deixa claro, de maneira rápida e precisa, a ciência que tem o interlocutor sobre o assunto emendado logo em seguida. Falar evidentemente antes de iniciar um raciocínio ou explicitar um fato dá ares de clareza. Só ares mesmo.

Quando se fala evidentemente o assunto torna-se tão óbvio que constrange o ouvinte. Dadas as "evidências", torna-se suspeito aquele que questiona. Já percebeu isso? Não? Faça o teste e envie-nos o resultado.

13 de out. de 2010

Fable III & Dragon Age II

Fable III

Em um cenário que mistura uma fantasia quase infantil a temáticas adultas, Fable conquistou fãs aos milhares. Tamanho sucesso é provado com as duas continuações que o jogo obteve. A última, ainda a ser lançada, mostra um amadurecimento inquestionável, tanto no roteiro quanto na apresentação deste, ou seja, na qualidade gráfica do jogo e sua interface.

A interface de Fable, inclusive, é um de seus grandes pontos favoráveis. Dinâmica e altamente intuitiva, dá ao jogador uma percepção imediata de suas ações, interligando o cenário e o personagem de maneira inovadora.

 

Dragon Age II

Um dos jogos de "RPG" mais inspiradores dos últimos tempos, Dragon Age alia uma qualidade gráfica impressionante a dois outros pontos extremamente importantes: roteiro e jogabilidade. Com ênfase em combates táticos e um grande número de habilidades e personagens disponíveis, o jogo deixa, nos detalhes, alguns segredos de seu sucesso.

Isto fica claro na interação dos personagens. Em alguns momentos pode-se rir da objetividade da feiticeira Morrigan ao questionar o paladino Alistair ou os sacerdotes que estejam no grupo. Um mundo de possibilidades modifica a coesão do grupo e as consequencias aparecem no jogo.

E, ao que tudo indica, Dragon Age 2 não vai deixar a desejar.


5 de out. de 2010

Digitalizações de um rugido ancião


Depois de duas décadas amparado em riff´s e melodias do genial Zakk Wild, Ozzy Osbourne tenta se livrar das linhas que remetem diretamente seu som aos trabalhos de Wild com o Black Label Society, banda que inclusive abriu a última passagem do Mr. Mad Man pelo Brasil.

Sem desfrutar de músicos de extrema qualidade, frente às últimas formações, que contaram entre outros com Rob Trujillo (ex- Suicidal Tendencies e Metallica) e Mike Bordin (Faith No More), Ozzy que há anos não inova, segue, sem excessos, arriscando adequações contemporâneas como overdubs em seus vocais.

A voz de Ozzy continua com o mesmo tom anasalado de sempre, mas o abuso de efeitos sobre sua voz, ao mesmo tempo em que o aproximam das linhas de guitarra, o tornam um vocalista refém de recursos digitais impensáveis nos idos de Sabbath.

A qualidade do letrista continua inquestionável, tal qual sua performance ao vivo (com base no show da turnê de ‘Black Rain’ vista em 2008 em São Paulo), que, cá pra nós, nunca foi algo tão cativante em termos de postura de palco.

Durante a audição de Scream me peguei pensando em como devem ter sido longas e desgastantes as gravações dos registros vocais de Ozzy. Sinceramente não consigo imaginar que ele consiga potencializar toda a energia que imprime no álbum sem auxílio de bons produtores.

Diante disso, me recordo dos rumores sobre uma possível reunião da formação original do Sabbath para gravação de um álbum de inéditas. Fica a indagação, não seria melhor ficar sem correr o risco de manchar uma história já sacramentada como divina (por mais contraditório que possa parecer)?

Este escriba permanece sonhando em ver o Black Sabbath ao vivo com sua formação original, tal qual ocorreu na época do Reunion, mesmo porquê, talvez seja impossível que um iminente fracassado disco de inéditas apague o legado macabro de Bill Ward, Geezer Buttler, Tommy Iommy e Ozzy Ousbourne.

+ Página oficial de Ozzy Osbourne

29 de set. de 2010

Presença Política

Bom dia pessoal.

Convenhamos que essa campanha política acaba por nos cansar em vários aspectos. Tem gente que fica de saco cheio da mentirada, outros da palhaçada, outros dos carros de som e os jingles macabros. Tem gente que não consegue nem mais ouvir os nomes dos candidatos. Alguns não aguentam nem as cores.

Mas temos que ser justos com o candidato que está presente em todas, e, silenciosamente, legal ou ilegalmente, crava seu retrato em nossa memória. Ele está em todos os cantos, onipresente como o divino. Por isso é o destaque de hoje.

Uma salva de palmas para o nosso candidato, bastião da democracia.

Vote PRESENÇA e ESTABILIDADE! Vote CAVALETE!

28 de set. de 2010

Uma Noite Alucinante

Minha indicação de filme para a noite chuosa de hoje: Uma Noite Alucinante (Army of Darkness, 1992), do diretor Sam Raimi (também conhecido pela trilogia Homem-Aranha).

Cenas hilárias que misturam fantasia medieval com horror, supense e ação. Sem dúvidas um dos melhores filmes do gênero.

DEEP THOGHTS - BY ROBOMAN



"O apocalipse é o melhor dia para se conhecer uma pessoa.

Os demais, são ótimos para se conhecer atores."

Roboman